
Todos entrariam de "salto-alto".
Maria Chuteira teria sindicato e carteira assinada.
Volante seria a posição mais carente do futebol.
Nunca haveria um jogador no peso ideal, sempre teria uns quilinhos para perder.
O jogador não ficaria na banheira e sim na cozinha.
Teríamos a pequena área, a grande área e a área de serviço.
Além do gol de chaleira, veríamos também o gol cafeteira, batedeira, frigideira...
Nunca, jamais, em hipótese nenhuma a trave seria chamada de baliza.
O jogador que fizesse um gol de bicicleta seria expulso. Onde já se viu uma coisa dessas? Teria que ser no mínimo, um gol de Ferrari.
O momento mágico do esporte bretão não se chamaria gol e sim Corolla, Civic ou qualquer carro mais caro do que esses.
Os cartões, amarelo e vermelho, seriam substituídos pelos de crédito e débito, respectivamente.
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